O bairro Planalto registrou uma noite de terror que culminou na execução sumária de um jovem identificado como Pedro Guilherme. Ele trabalhava como chapeiro em uma lanchonete localizada na Rua Monterey e foi assassinado com 25 tiros em seu próprio local de trabalho.
De acordo com as informações apuradas pela reportagem, o estabelecimento estava bastante movimentado no momento do crime, com cerca de 35 pessoas presentes, e a via apresentava um fluxo comum de veículos e pedestres. Apesar da grande quantidade de disparos e do pânico generalizado que resultou em correria, desespero e gritaria, a ação dos assassinos foi direcionada exclusivamente ao alvo. Nenhuma outra pessoa que estava na lanchonete ficou ferida.
Na manhã desta quarta-feira, o cenário ainda preservava as marcas da violência, com restos de fita zebrada de isolamento e um pano de prato abandonados. O medo impôs a lei do silêncio entre os comerciantes e vizinhos da região, que preferiram não comentar o ocorrido com a imprensa. No entanto, um familiar da vítima, que teve a identidade preservada por questões de segurança, relatou que Pedro Guilherme possuía envolvimento anterior com pessoas ligadas à criminalidade e havia começado a trabalhar na lanchonete justamente na tentativa de sair desse mundo.
Logo após o assassinato, a Polícia Militar foi acionada e realizou o isolamento da área. Uma equipe da Polícia Técnica compareceu ao endereço para realizar o relatório circunstanciado e a coleta de indícios, assim como agentes da Polícia Civil. O caso, que apresenta características claras de execução direcionada, será investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Pedro Guilherme foi alvo de criminosos na Rua Monterey na noite anterior; familiar relatou que jovem buscava o trabalho para tentar se afastar da criminalidade.
O bairro Planalto registrou uma noite de terror que culminou na execução sumária de um jovem identificado como Pedro Guilherme. Ele trabalhava como chapeiro em uma lanchonete localizada na Rua Monterey e foi assassinado com 25 tiros em seu próprio local de trabalho.
De acordo com as informações apuradas pela reportagem, o estabelecimento estava bastante movimentado no momento do crime, com cerca de 35 pessoas presentes, e a via apresentava um fluxo comum de veículos e pedestres. Apesar da grande quantidade de disparos e do pânico generalizado que resultou em correria, desespero e gritaria, a ação dos assassinos foi direcionada exclusivamente ao alvo. Nenhuma outra pessoa que estava na lanchonete ficou ferida.
Na manhã desta quarta-feira, o cenário ainda preservava as marcas da violência, com restos de fita zebrada de isolamento e um pano de prato abandonados. O medo impôs a lei do silêncio entre os comerciantes e vizinhos da região, que preferiram não comentar o ocorrido com a imprensa. No entanto, um familiar da vítima, que teve a identidade preservada por questões de segurança, relatou que Pedro Guilherme possuía envolvimento anterior com pessoas ligadas à criminalidade e havia começado a trabalhar na lanchonete justamente na tentativa de sair desse mundo.
Logo após o assassinato, a Polícia Militar foi acionada e realizou o isolamento da área. Uma equipe da Polícia Técnica compareceu ao endereço para realizar o relatório circunstanciado e a coleta de indícios, assim como agentes da Polícia Civil. O caso, que apresenta características claras de execução direcionada, será investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).














