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Natal, Rio Grande do Norte, 20 de Outubro de 2021

Deicor cobra imagens de assalto ao Itaú

Delegado explicou que as imagens do sistema interno de câmeras do banco é fundamental, pois elas devem mostrar detalhes como rosto ou biótipo dos assaltantes.

Thyago Macedo   08/03/2012 às 06h24   -  Atualizada em 02/02/2015 às 14h18

As primeiras horas após qualquer tipo de crime são fundamentais para o bom andamento de uma investigação e identificação de criminosos. No entanto, as barreiras impostas por algumas instituições privadas muitas vezes atrapalham o trabalho da Polícia Civil. No caso do assalto ao banco Itaú, na avenida Prudente de Morais, o atraso no fornecimento das imagens do circuito interno de câmeras está dificultando as investigações.

O crime aconteceu no início da manhã de terça-feira (6) e até esta quarta-feira (7), mais 24 horas depois, as imagens ainda não tinham sido liberadas pelo banco para a polícia. O delegado Normando Feitosa, adjunto da Divisão de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), criticou a demora.

“A Polícia Civil trabalha com informação e, sem elas, não conseguimos avançar. Além disso, em casos como assaltos a bancos, nós corremos contra o tempo, pois as quadrilhas são bem organizadas e estruturadas. Quanto mais barreiras encontrarmos mais tempo os criminosos ganham para fugirem e se livrarem das provas”, destaca Normando Feitosa.

O delegado explicou que as imagens do sistema interno de câmeras do banco é fundamental, pois elas devem mostrar detalhes como rosto ou biótipo dos assaltantes que entraram na agência ou até mesmo a movimentação e a forma como eles se comportam. Tudo isso, aliado ao banco de informações que a Deicor tem, pode levar a identificação de algum suspeito.

Prova disso é que após o assalto ao banco Itaú de Candelária, no dia 6 de fevereiro, a polícia conseguiu prender dois suspeitos e, inclusive, eles foram reconhecidos pelas imagens. A quadrilha que invadiu a agência do Itaú, na avenida Prudente de Morais, na manhã de ontem, era composta por cerca de seis homens. No entanto, apenas dois entraram no estabelecimento.

Sobre as investigações do primeiro caso, o delegado Normando Feitosa não quis repassar muitos detalhes, alegando que isso poderia atrapalhar o andamento dos trabalhos. Mesmo assim, ele confirmou que a probabilidade de ter sido a mesma quadrilha nos dois casos é muito alta. “Quando tivermos com as imagens em mãos vamos comparar o comportamento dos bandidos e poderemos realmente fazer essa ligação ou não”, completou. 

Tópicos: assalto, itau, deicor
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