Natal, Rio Grande do Norte, 09 de Agosto de 2022

Caso Bruna: Conclusão do inquérito atrasa por falta de estrutura no setor de extração de dados

Demanda de todo o estado explica demora na solução de outros procedimentos investigativos

Sérgio Costa   04/08/2022 às 09h15   -  Atualizada em 04/08/2022 às 09h20

Foto: Reprodução

O setor de inteligência da Polícia Civil, responsável pela extração de dados de aparelhos celulares que são de peças de inquéritos está com uma demanda além do normal. A falta de estrutura da instituição provoca o atraso na conclusão de procedimentos investigativos de todo o Estado. Esta afirmação foi feita por uma fonte do PortalBO acompanha o caso Ana Bruna, a vendedora morta em Parnamirim no final do mês de abril.

O delegado Emerson Valente que preside o inquérito que investiga a morte de Bruna disse ao portal que os celulares apreendidos em junho ainda não foram periciados pelo setor responsável, o que o obriga a solicitar um prazo maior para concluir as investigações e remeter o inquérito a justiça. Devido a essa realidade outros procedimentos estão na mesma situação de atraso provocando apelos de urgência por parte das famílias das vítimas.

Em contato com a assessoria de comunicação da Delegacia Geral da Polícia Civil, o portal foi informado que as ações realizadas pelo setor de inteligência são mantidas em sigilo, não podem ser divulgadas as informações e características dos casos pela sensibilidade do tema.

 

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