Natal, Rio Grande do Norte, 19 de Agosto de 2017

Presos do CDP cobram serviço de assistência médica da Prefeitura de Apodi

Detentos reclama da suspensão do Programa Saúde da Família.

   19/05/2013 às 17h15   -  Atualizada em 25/07/2017 às 11h14

Os mais de 50 presos que cumprem pena nos regime fechado e semi-aberto no Centro de Detenção Provisória de Apodi (CDP) estão reclamando que, desde janeiro, não recebem a visita da equipe médica do Programa Saúde da Família (PSF) mantida pela Prefeitura de Apodi, via Secretaria Municipal de Saúde.

Os apenados alegam que desde a mudança da administração municipal que os profissionais de saúde não realizam consultas na unidade prisional. Apesar do esforço dos agentes penitenciários lotados no estabelecimento, que diariamente escoltam os presos para atendimento médico no Hospital Regional Helio Morais Marinho e no Centro de Saúde da cidade, isso não tem sido suficiente para atender as necessidades dos apenados, tendo em vista que muitas vezes as unidades de saúde estão lotadas.

Desde que foi criado, o Centro de Detenção Provisória de Apodi vinha recebendo a visita de uma equipe do Programa Saúde da Família (PSF), composta por médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem que realizavam consultas, aferição da pressão arterial e a verificação do estado de saúde dos detentos, como também a realização de exames e encaminhamento para o tratamento odontológico e doação de medicamentos.

Alguns apenados já pensam em reivindicar o importante serviço junto ao Ministério Público Estadual (MPE) para que o mesmo busque uma solução em regime de urgência junto ao executivo municipal apodiense.  

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