Por dentro da PM
Por Glaucia Paiva
Publicada: 18/01/2015 às 08h52

Concursos policiais no Brasil oferecem 200 vagas com salários até R$ 15 mil

Estão abertas em dois Estados do Brasil concursos públicos para provimento em cargos policiais. Ao todo, são oferecidas 447 vagas, das quais 200 são para provimento imediato e 247 para Cadastro de Reserva.

Em Minas Gerais, o Corpo de Bombeiros Militar oferece 30 vagas para o cargo de Oficial BM, que tem como exigência o ensino médio para o nível de escolaridade. Das vagas, 27 são destinadas para candidatos do sexo masculino e 3 para candidatas do sexo feminino. A remuneração inicial para Cadete do 1º ano é de R$ 5,7 mil, já para Aspirante, após passar três anos no Curso de Formação, a remuneração passa a R$ 8,8 mil. As inscrições custam R$ 175 e podem ser realizadas no site do IDECAN no período de 12 de janeiro a 19 de fevereiro.

No Distrito Federal, a Polícia Civil lançou edital para três cargos, oferecendo 170 vagas para provimento imediato e mais 247 vagas para Cadastro de Reserva. São 100 (+ 100 CR) vagas para Delegado, que exige nível superior em Direito, além de três anos de atividade jurídica ou atividade policial, com remuneração inicial de R$ 15,3 mil. Já para o cargo de Perito Médico-Legista são oferecidas 20 (+ 40 CR) vagas com exigência de nível superior em Medicina e remuneração inicial de R$ 15,3 mil. Por fim, são oferecidas 50 (+ 107 CR) vagas para o cargo de Papiloscopista com exigência de nível superior em qualquer área de formação e remuneração inicial de R$ 8,2 mil.

Para os cargos oferecidos pela Polícia Civil do DF, as inscrições seguem de 9 de fevereiro a 16 de março, com taxa de R$ 192 para os cargos de Delegado e Perito e de R$ 168 para o cargo de Paiploscopista, podendo ser realizada no site da UNIVERSA.

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Publicada: 10/12/2014 às 05h50

PM se veste de Papai Noel e faz a alegria das crianças carentes

 Um policial militar pertencente ao 9º Batalhão da PM há seis anos vem fazendo a diferença para crianças carentes durante as festividades no final do ano com a distribuição de brinquedos. Se vestindo de Papai Noel, o policial vai até as comuidades carentes e realiza a distribuição de brinquedos arrecadados durante a campanha intitulada de "PM Noel".

No entanto, nem tudo são flores e, como todo projeto, há dificuldades e falta de apoio. Após seis anos, o Soldado Rejanildo, idealizador do projeto e "PM Noel", afirma se sentir cansado com a falta de apoio e as dificuldades enfrentadas por ele na arrecadação de presentes. "A cada ano se torna mais difícil arrecadar os brinquedos. Até o PM Noel cansa de correr atrás e só ouvir promessas", disse o policial.

O projeto que faz sim a diferença para aquelas crianças que, muitas vezes, subutilizam brinquedos usados de outras pessoas, carece de apoio institucional e até de entidades públicas e privadas. Mas, o próprio policial tenta incentivar a sim mesmo e aos outros. "Já que este ano ainda estou na batalha, vamos ajudar!", convoca o policial.

As doações poderão ser realizadas até o dia 15 de dezembro, podendo ser entregue no 9º Batalhão da Polícia Militar, localizado no bairro da Cidade da Esperança, em Natal, ou ao próprio Soldado Rejanildo, que fará a distribuição dos presentes na Comunidade do Novo Horizonte no dia 19.

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Publicada: 03/12/2014 às 22h38

Diárias da Copa seguem atrasadas e podem ficar como restos a pagar

  A Polícia Militar do RN vem sofrendo com a falta de recursos em relação às diárias operacionais devidas aos policiais militares que realizam trabalhos extraordinários. Às vésperas de um dos maiores eventos festivos de Natal, a Polícia Militar estuda como vai disponibilizar o efetivo para garantir a segurança de milhares de foliões.

Com diárias operacionais atrasadas desde a Copa, os policiais militares temem com mais um calote por parte do Governo do Estado e se recusam a trabalhar sem a garantia da remuneração extra conforme prevê a Lei das Diárias Operacionais.

Recentemente, em eventos futebolístico, policiais dos setores administrativos estão sendo empregados tendo como contra prestação folgas. No entanto, essa atitude deve ser aceita pelos policiais, haja vista a Lei das Diárias Operacionais prevê uma remuneração no valor de R$ 50 a cada 6 horas trabalhadas. Ocorre que os militares parecem já terem se cansado de trabalhar por folgas e exigem que as diárias sejam garantidas em todos os eventos extras. Nesse sentido já houve uma decisão proferida pelo Tribunal de Justiça do Estado declarando que o Estado deve garantir as diárias operacionais aos PM's quando exigir-lhes a prestação do serviço extraordinário.

Em conversa com o Comandante Geral indagando sobre as diárias da Copa do Mundo ocorrida há cinco meses, o mesmo informou que não há qualquer previsão para o pagamento da remuneração. Pelo andar da carruagem, as diárias da Copa poderá ficar nos temidos restos a pagar, ou seja, no limbo.

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Publicada: 25/11/2014 às 05h45

A banalidade da violência e a falta de solidariedade

No último dia 11, o Soldado Alexsandro, de folga, ao se deslocar à Agência dos Correios da cidade de Major Sales não sabia que ali iria ser cerceada a sua vida.

O vídeo que rodou as redes sociais, onde todos tentam explicar o que poderia ter sido feito pelo policial para evitar a sua morte, ganhou uma versão extendida e mostra o pós-combate entre o criminoso e o policial. O que chama a atenção não é a ação em si, o confronto entre o Soldado e o bandido, mesmo por que os ditos "especialistas" em combate urbano, abordagem, etc, irão mencionar inúmeras possibilidades do que poderia ter sido feito ou não pelo PM ao ser puxado para dentro da Agência dos Correios pela camisa por um dos bandidos. O que chama a atenção nesse vídeo é justamente o pós-combate, a reação das pessoas após o confronto que estavam sendo mantidas no local pelos bandidos e que o policial tentaria, como foi prometido em seu juramento, manter a segurança da comunidade, mesmo com o risco da própria vida. E, de fato, foi o que lhe custou: a vida.

Por vezes eu assisti o vídeo e tentei explicar o por quê de o policial durante mais de quatro minutos fica caído no chão, com pessoas entrando e saindo - curiosos de verem alguém tentar lutar pela vida, sem qualquer reação de assistência. O pior, a reação daqueles que presenciaram e, após o conflito, saíam - talvez para esquecer que ali estava uma pessoa que, por alguns segundos tentou lhes salvar. No vídeo, o PM fica ao chão, após receber vários disparos, mas as pessoas apenas saem e ignoram que uma pessoa sangrava em prol de um ideal: justiça.

Após o trânsito de cinco pessoas, eis que surge um funcionário da agência e volta para tentar chamar ajuda. Talvez devêssemos nos acostumar com tamanha banalidade, de vermos pessoas sangrar e apenas assistirmos. A banalidade da violência começa quando deixamos de nos indignar com cenas como a do vídeo. Eu ainda me indigno.

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